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sábado, 4 de março de 2017

Meus versos livres e soltos

Roberto de Queiroz

“Meus versos livres e soltos” é o título de meu primeiro livro publicado. Esse título é um tanto paradoxal, uma vez que o livro em análise não é composto apenas de versos livres e soltos.

Após o seu lançamento, em 1997, alguns autores fizeram comentários sobre ele, conforme seguem relacionados abaixo.

“Meus versos livres e soltos” é um livro de características fortes e de um valor cotidiano incomum. Traz em seu bojo a espontaneidade que deve seguir sempre unida ao bom poema [...]. Com versos curtos [...] [Roberto de Queiroz] consegue descrever o necessário sem as extravagâncias e as perdições que o prolongamento de um verso pode trazer (Flávio Chaves. Presidente da UBE/PE. Carta, Recife, 29 de novembro de 2001).

[Em “Meus versos livres e soltos”], Roberto de Queiroz escreve com a liberdade de pássaros que riscam o céu. Solta as palavras e suas emoções como um garoto livre que empina pipas coloridas na amplidão. Palavras que louvam a vida e o amor revelando o íntimo sentir. E seu pensamento voa. Encontra a desventura dos famintos. Sofre e sente, mas volta para agradecer: “É maravilhoso, Senhor, ter tão pouco a pedir e tanto a agradecer” (Rosemary Lopes Pereira. Jornalista e escritora. O Radar, Apucarana, PR, jul. 2001, p. 21).

Foi assim que estreei nas letras. Houve reações positivas (como as citadas acima) e negativas (essas não vou citar). Porém não parei de escrever. Afinal, escrevo para as pessoas lerem. Sempre haverá alguém concordando/discordando, é claro, mas é isso que faz a beleza do jogo.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Discurso indireto livre


“Em suma, no discurso indireto livre, ocorre um elo psíquico entre a fala do narrador e a fala da personagem, ou seja, o narra­dor associa-se à personagem, transpõe-se para junto dela e fala em uníssono com ela (CÂMARA JR. apud BECHARA, 2001).”

(QUEIROZ, Roberto de. Discurso indireto livre [excerto]. In: ______. Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016, p. 71)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Discurso indireto

“No discurso indireto, consoante afirmam Amaral et al (2000) e Ferreira ([2001?]), o narrador incorpora a fala da personagem a seu próprio discurso. Ele pode atribuir essa fala claramente à personagem em orações subordinadas a um verbo dicendi e introduzidas ‘pelo transpositor que, pela dubita­tiva se e pelos pronomes e advérbios de natureza pronominal quem, qual, onde, como, por que, quando, etc.’ (BECHARA, 2001), ou reproduzi-la em orações independentes [...].”

(QUEIROZ, Roberto de. Discurso indireto [excerto]. In: ______. Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016, p. 69)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Discurso direto


“No discurso direto, conforme salientam Amaral et al (2000) e Bechara (2001), o narrador reproduz tanto sua própria fala quanto a fala da personagem. Ele geralmente introduz a fala da personagem com o auxílio dos chamados verbos dicendi (dizer, perguntar, responder, exclamar, etc.), acompanhados de dois-pontos, de travessão ou de aspas [...].”

(QUEIROZ, Roberto de. Discurso direto [excerto]. In: ______. Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016, p. 67)

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O discurso na narrativa de ficção


“Discurso é uma peça oratória proferida a alguém ‘ou escrita como se tivesse de o ser’ (FERREIRA, [2001?]). Na narrativa de ficção, de acordo com Amaral et al (2000), a personagem é descrita tanto pelas características físicas e psicológicas, pelo que faz e pelo modo que faz, quanto pelo que discursa e pelo modo que discursa. O discurso (ou fala) da personagem é sempre reproduzido por um narrador e apresenta-se, basicamente, de três modos: direto, indireto e indireto livre.”

(QUEIROZ, Roberto de. O discurso no texto narrativo ficcional escrito [excerto]. In: ______. Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016, p. 67)


terça-feira, 31 de janeiro de 2017

As funções básicas da linguagem humana

“Os textos, orais ou escritos, buscam sempre um efeito so­bre o leitor (informá-lo, dar-lhe ordem ou conselho, conven­cê-lo, provocar-lhe emoção e/ou proporcionar-lhe prazer). E, dependendo do objetivo que o autor deseja atingir com seu texto, vai predominar nesse uma determinada função da linguagem.”

(QUEIROZ, Roberto de. As funções básicas da linguagem humana e seu papel na leitura, compreensão, interpretação e produção de textos [excerto]. In: ______. Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016, p. 59)

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Os elementos básicos da comunicação humana

“A comunicação [...] é um processo de envio e recepção de mensagens [...] por meios diferentes. Ela é uma necessidade vital dos seres humanos, tão importante quanto as demais, e a base de todas as formas de organização social entre os indivíduos.”

(QUEIROZ, Roberto de. Os elementos básicos da comunicação humana e seu papel na leitura, compreensão, interpretação e produção de textos [excerto]. In: ______. Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016, p. 55)