sábado, 23 de março de 2019

Recortes do tempo (sumário)


Recortes do tempo (editora Viseu, 2019) é uma coletânea de artigos e crônicas de Roberto de Queiroz.

Eis o sumário do livro físico.

Artigo e crônica: breve distinção teórica, 11
Carta sem rumo, 17
O olhar limpa-trilhos, 19
Ramalhete de versos, 21
O poeta e a poesia, 22
Professor não é herói, 25
A nova grafia do português, 27
O auge da sutileza em Machado, 29
A conceituação do amor, 32
O amor místico de Jesus, 33
O ensino público brasileiro de base, 35
Os segredos da educação da Finlândia, 37
A mídia e seus incentivos ao consumismo, 39
Educação popular segundo Paulo Freire, 41
Mulher não é sexo frágil, 43
O maior desafio da educação, 45
O enigma do olhar, 47
Plural e singular, 49
O professor bonzinho, 51
O verdadeiro papel da escola, 53
Alfabetização e letramento, 55
O gargalo da educação básica no Brasil, 57
A atualidade de Macunaíma, 59
Conectivos textuais, 61
O significado oculto dos contos de fadas, 62
A atualidade de O rei da vela, 64
A origem do Natal, 66
Ideias para Ipojuca, 68
Texto e contexto, 70
Palinódia, 71
O poeta, 74
A simplificação de Machado, 76
Valores invertidos, 78
Os professores que mais trabalham, 80
Ode à velha Camela, 82
A receita da felicidade, 84
A ascensão econômica de Ipojuca, 85
As autoridades da educação, 86
Ave de arribação, 88
O horizonte poético de Lúcio Mário, 90
Pelos mares do poeta, 92
O diário de Hoffmann, 94
Um dos Josés, 96
Atentado gramatical ou questão cultural?, 98
Educação física no ensino fundamental, 100
Vírgula, 102
Sumi-ê e haicai, 104
O autorretrato de Luciano Marinho, 106
O código Vital, 108
O reacender das luzes, 110
Água para o sertão, 112
A sutil diferença entre autor e narrador, 114
O novo acordo ortográfico, 116
Crias de Admmauro Gommes, 118
Conversa sobre leitura e escrita, 119
Solilóquio, 121
Utopia, 123

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Recortes do tempo (sinopse)


Recortes do tempo (editora Viseu, 2019) é o sexto livro escrito por Roberto de Queiroz. Esta obra resulta de uma coletânea de artigos e crônicas, publicados nos seguintes periódicos: Diario de Pernambuco, Folha de PernambucoGazeta do Oeste, Gazeta Nossa, Jornal do Commercio, Jornal Igaçaba, O Nheçuano, O Radar e Vaia, entre outros suportes textuais, no período de março de 2001 a abril de 2017. Os textos estão organizados de acordo com a ordem de publicação e abordam principalmente estas áreas de conhecimento: educação, linguística, literatura, relações humanas e teoria literária.

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O e-book está disponível nas seguintes lojas parceiras da editora:




quinta-feira, 15 de novembro de 2018

A poesia freiriana

Roberto de Queiroz
O título acima faz referência à poesia do autor ipojucano Josivaldo Freire. Ele é natural de Camela, distrito de Ipojuca/PE, e estreia nas letras com o livro “Voo singular: poemas que elevam” (Editora Inovação, 2018).

A poesia de Josivaldo Freire transita pelo clássico, o moderno e o contemporâneo. Leitor assíduo da Bíblia e admirador declarado de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Machado de Assis, Rainer Maria Rilke, Florbela Espanca, William Shakespeare e outros autores do mesmo naipe, bebeu dessas fontes sem se deixar levar pelo vício nem pela embriaguez poética.

Nesse sentido, pode-se concluir que Josivaldo Freire não usou tais referências como bíblia nem se deixou influenciar profundamente por elas. Conforme disse o próprio poeta, em entrevista à TV Ipojuca Online, a leitura das obras desses autores serviu de auxílio no processo de sua criação poética, porém de forma sutil.

Melhor dizendo, com base nessa experiência literária, Josivaldo Freire desenvolveu o próprio estilo e, por sua vez, uma poesia original, que tem a capacidade de prender o leitor e o fazer refletir. Sou testemunha ocular de que os poemas que compõem o livro em tela são de excelente nível linguístico-literário: muito bem escritos e devidamente nutridos da figuração de linguagem – a espinha dorsal e a alma de todo texto poético.

“Voo singular” aborda, entre outras temáticas, a religiosidade, a autoestima, a psicologia, as relações humanas e recortes do cotidiano, configurando-se uma obra que navega pela espiritualidade, os mistérios da mente e a imaginação. De modo que, ao embarcarmos nesse universo poético, podemos dar asas à nossa capacidade imaginativa e passear “sem destino” / “pelas terras de ninguém” (p. 13).

O século XXI é a época em que se colhe uma das melhores safras da poesia brasileira. E a poesia de Josivaldo Freire certamente faz parte dessa safra. Por meio da linguagem subjetiva, o poeta revela sua visão crítica de mundo. Utilizando-se da mimese e da inventividade, o autor veste sua obra de uma roupagem figurativa e, nesse jogo de ideias, ensina-nos a “ouvir o que não se diz” e “ver o que não se mostra” (p. 121). E mais: convida-nos a voar. Embarquemos, pois, nesse “Voo singular”!

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Roberto de Queiroz no I Festival do Livro do Litoral Sul - Ipojuca/PE


O escritor ipojucano Roberto de Queiroz está entre os homenageados no I Festival do Livro do Litoral Sul, realizado em Ipojuca/PE, no período de 25 a 29 de outubro do ano em curso.

Foram três homenageados no evento: os escritores Everalda de Assis e Roberto de Queiroz, e a educadora Amara Consuelo Cordeiro de Lemos.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Discurso de agradecimento

Roberto de Queiroz*


Em primeiro lugar, agradeço a Deus pela saúde física e mental e pela oportunidade de poder estar aqui. Ademais, agradeço à Prefeitura do Ipojuca e à Seduc Ipojuca pela homenagem a mim concedida. Por último, agradeço a todas as pessoas que aqui se encontram por me honrarem com suas presenças, em especial a minha esposa Margarete, parentes e amigos.

É uma honra para mim poder estar entre os três primeiros ipojucanos homenageados em vida. Além de uma hora é um privilégio, porque muitos dos grandes vultos da história só foram homenageados após suas mortes. Além de uma hora é um privilégio, porque decerto há outras pessoas que poderiam ter sido escolhidas, mas o escolhido fui eu.

Meu primeiro contato com a literatura se deu por meio do registro oral popular, por intermédio de minha mãe. Escrevi meu primeiro texto com objetivo de ser publicado em 1990, o poema “Solidão?”. Em 1997, publiquei meu primeiro livro, “Meus versos livres e soltos”, Edição do Autor. Em 2000, época em que estudava Letras, por indicação de um colega de turma, tive contato com um jornal alternativo de Roque Gonzales, RS, por meio do qual conheci o escritor gaúcho Nelson Hoffmann. Ele foi a primeira pessoa a divulgar meus textos. Nosso contato continua até hoje. Na mesma época, tive meus textos publicados também no jornal alternativo “O Radar”, de Apucarana, PR.

Durante minha estada no curso de Letras, participei de duas antologias organizadas pelo meu professor de Teoria Literária, Admmauro Gommes, e tive textos publicados em jornais alternativos do Rio de Janeiro e São Paulo. Após esse período, comecei a colaborar com os jornais da Imprensa Oficial de Pernambuco, com poemas, crônicas e artigos.

Hoje, estou sendo homenageado como escritor dentro da minha própria casa. Um fato histórico e único que certamente ocorreu no tempo apropriado. Conforme está escrito em Eclesiastes 3:1-2: “há um tempo para cada propósito debaixo do céu: [...] tempo de plantar e tempo de colher o que se plantou.” Hoje é o dia da minha colheita literária. E ela é feita numa época em que Ipojuca vive um novo tempo: o tempo dos ipojucanos.

Muito obrigado!

* Escritor ipojucano, homenageado no I Festival do Livro do Litoral Sul, realizado em Ipojuca/PE


terça-feira, 24 de outubro de 2017

I Festival do Livro do Litoral Sul - Ipojuca/PE


Solenidade de abertura: quarta-feira, às 19h, no Clube Municipal de Ipojuca.

Horário dos escritores no Café Literário:

* Quinta-feira, dia 26:
- Alandreck Caetano, às 10h;
-  Allison José, às 11h;
-  Ivo Ferreira, às 14h;
-  Vânia Monteiro, às 15h30.

* Sexta-feira dia 27:
- Lúcio Mário, às10h.

* Sábado, dia 28:
- Arnaud Mattoso, às 9h;
- Alexandre Barros, às 10h;
- Roberto de Queiroz, às 14h;
- Elvis Danilo, às 14h30;
- Antônia de Fátima, às 15h.

* Domingo, dia 29:
-  Ivan José, às 15h.