quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Roberto de Queiroz no I Festival do Livro do Litoral Sul - Ipojuca/PE


O escritor ipojucano Roberto de Queiroz está entre os homenageados no I Festival do Livro do Litoral Sul, realizado em Ipojuca/PE, no período de 25 a 29 de outubro do ano em curso.

Foram três homenageados no evento: os escritores Everalda de Assis e Roberto de Queiroz, e a educadora Amara Consuelo Cordeiro de Lemos.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Discurso de agradecimento

Roberto de Queiroz*


Em primeiro lugar, agradeço a Deus pela saúde física e mental e pela oportunidade de poder estar aqui. Ademais, agradeço à Prefeitura do Ipojuca e à Seduc Ipojuca pela homenagem a mim concedida. Por último, agradeço a todas as pessoas que aqui se encontram por me honrarem com suas presenças, em especial a minha esposa Margarete, parentes e amigos.

É uma honra para mim poder estar entre os três primeiros ipojucanos homenageados em vida. Além de uma hora é um privilégio, porque muitos dos grandes vultos da história só foram homenageados após suas mortes. Além de uma hora é um privilégio, porque decerto há outras pessoas que poderiam ter sido escolhidas, mas o escolhido fui eu.

Meu primeiro contato com a literatura se deu por meio do registro oral popular, por intermédio de minha mãe. Escrevi meu primeiro texto com objetivo de ser publicado em 1990, o poema “Solidão?”. Em 1997, publiquei meu primeiro livro, “Meus versos livres e soltos”, Edição do Autor. Em 2000, época em que estudava Letras, por indicação de um colega de turma, tive contato com um jornal alternativo de Roque Gonzales, RS, por meio do qual conheci o escritor gaúcho Nelson Hoffmann. Ele foi a primeira pessoa a divulgar meus textos. Nosso contato continua até hoje. Na mesma época, tive meus textos publicados também no jornal alternativo “O Radar”, de Apucarana, PR.

Durante minha estada no curso de Letras, participei de duas antologias organizadas pelo meu professor de Teoria Literária, Admmauro Gommes, e tive textos publicados em jornais alternativos do Rio de Janeiro e São Paulo. Após esse período, comecei a colaborar com os jornais da Imprensa Oficial de Pernambuco, com poemas, crônicas e artigos.

Hoje, estou sendo homenageado como escritor dentro da minha própria casa. Um fato histórico e único que certamente ocorreu no tempo apropriado. Conforme está escrito em Eclesiastes 3:1-2: “há um tempo para cada propósito debaixo do céu: [...] tempo de plantar e tempo de colher o que se plantou.” Hoje é o dia da minha colheita literária. E ela é feita numa época em que Ipojuca vive um novo tempo: o tempo dos ipojucanos.

Muito obrigado!

* Escritor ipojucano, homenageado no I Festival do Livro do Litoral Sul, realizado em Ipojuca/PE


terça-feira, 24 de outubro de 2017

I Festival do Livro do Litoral Sul - Ipojuca/PE


Solenidade de abertura: quarta-feira, às 19h, no Clube Municipal de Ipojuca.

Horário dos escritores no Café Literário:

* Quinta-feira, dia 26:
- Alandreck Caetano, às 10h;
-  Allison José, às 11h;
-  Ivo Ferreira, às 14h;
-  Vânia Monteiro, às 15h30.

* Sexta-feira dia 27:
- Lúcio Mário, às10h.

* Sábado, dia 28:
- Arnaud Mattoso, às 9h;
- Alexandre Barros, às 10h;
- Roberto de Queiroz, às 14h;
- Elvis Danilo, às 14h30;
- Antônia de Fátima, às 15h.

* Domingo, dia 29:
-  Ivan José, às 15h.

domingo, 24 de setembro de 2017

Roberto de Queiroz na Fenelivro 2017


O escritor ipojucano Roberto de Queiroz participou na tarde de ontem, 23/09, da Feira Nordestina do Livro (Fenelivro), no Centro de Convenções de Pernambuco, estande da Prefeitura Municipal de Ipojuca/PE, como expositor do livro autoral “Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem” (editora Multifoco/2016).

Para mais detalhes sobre a obra, clique neste link:
https://www.facebook.com/leituraeescritanaescola

sábado, 4 de março de 2017

Meus versos livres e soltos

Roberto de Queiroz

“Meus versos livres e soltos” é o título de meu primeiro livro publicado. Esse título é um tanto paradoxal, uma vez que o livro em análise não é composto apenas de versos livres e soltos.

Após o seu lançamento, em 1997, alguns autores fizeram comentários sobre ele, conforme seguem relacionados abaixo.

“Meus versos livres e soltos” é um livro de características fortes e de um valor cotidiano incomum. Traz em seu bojo a espontaneidade que deve seguir sempre unida ao bom poema [...]. Com versos curtos [...] [Roberto de Queiroz] consegue descrever o necessário sem as extravagâncias e as perdições que o prolongamento de um verso pode trazer (Flávio Chaves. Presidente da UBE/PE. Carta, Recife, 29 de novembro de 2001).

[Em “Meus versos livres e soltos”], Roberto de Queiroz escreve com a liberdade de pássaros que riscam o céu. Solta as palavras e suas emoções como um garoto livre que empina pipas coloridas na amplidão. Palavras que louvam a vida e o amor revelando o íntimo sentir. E seu pensamento voa. Encontra a desventura dos famintos. Sofre e sente, mas volta para agradecer: “É maravilhoso, Senhor, ter tão pouco a pedir e tanto a agradecer” (Rosemary Lopes Pereira. Jornalista e escritora. O Radar, Apucarana, PR, jul. 2001, p. 21).

Foi assim que estreei nas letras. Houve reações positivas (como as citadas acima) e negativas (essas não vou citar). Porém não parei de escrever. Afinal, escrevo para as pessoas lerem. Sempre haverá alguém concordando/discordando, é claro, mas é isso que faz a beleza do jogo.

domingo, 5 de fevereiro de 2017

Discurso indireto livre


“Em suma, no discurso indireto livre, ocorre um elo psíquico entre a fala do narrador e a fala da personagem, ou seja, o narra­dor associa-se à personagem, transpõe-se para junto dela e fala em uníssono com ela (CÂMARA JR. apud BECHARA, 2001).”

(QUEIROZ, Roberto de. Discurso indireto livre [excerto]. In: ______. Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016, p. 71)

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Discurso indireto

“No discurso indireto, consoante afirmam Amaral et al (2000) e Ferreira ([2001?]), o narrador incorpora a fala da personagem a seu próprio discurso. Ele pode atribuir essa fala claramente à personagem em orações subordinadas a um verbo dicendi e introduzidas ‘pelo transpositor que, pela dubita­tiva se e pelos pronomes e advérbios de natureza pronominal quem, qual, onde, como, por que, quando, etc.’ (BECHARA, 2001), ou reproduzi-la em orações independentes [...].”

(QUEIROZ, Roberto de. Discurso indireto [excerto]. In: ______. Leitura e escrita na escola: ensino e aprendizagem. Rio de Janeiro: Multifoco, 2016, p. 69)